Daviz Simango 1 - Municípios moçambicanos descrevem Daviz Simango como “servidor único”

Municípios moçambicanos descrevem Daviz Simango como “servidor único”

A Associação Nacional dos Municípios de Moçambique (Anam) descreveu Daviz Simango, autarca da Beira que morreu hoje, como um “servidor único”, exortando a população daquela autarquia a não desistir da batalha pelo desenvolvimento social e económico.

 

“Estamos a perder servidores únicos, como é o caso [de Daviz Simango]”, declarou o presidente da Anam, Calisto Cossa, falando à Televisão de Moçambique (TVM).

Cossa, autarca de Matola, sul de Moçambique, apelou à população da Beira, centro do país, para não desistir da “batalha” pelo desenvolvimento económico e social da autarquia, encorajando os munícipes da cidade a encararem o futuro com “esperança”.

“Juntamo-nos aos munícipes da Beira para encararmos esta situação com esperança, a batalha continua”, enfatizou.

Calisto Cossa assinalou que Daviz Simango é o segundo autarca moçambicano a perder a vida este ano, depois da morte em janeiro da presidente do município de Chókwè, sul de Moçambique, Lídia Cossa.

Daviz Simango, presidente do Movimento Democrático de Moçambique (MDM) e presidente do conselho municipal da cidade da Beira faleceu hoje, aos 57 anos, disseram à Lusa duas fontes próximas do político.

Simango tinha sido transportado em 13 de fevereiro por via aérea para uma unidade de saúde da África do Sul devido a um problema de saúde súbito, segundo anunciaram familiares.

Em nenhum momento foi especificada a causa do problema.

Em declarações à Lusa, José Domingos, secretário-geral do MDM, também confirmou a morte de Simango, aos 57 anos.

“Recebemos a notícia pelas 11:00 [09:00 em Lisboa]”, através de fontes familiares, que confirmaram o falecimento numa unidade de saúde da África do Sul durante a última madrugada.

Daviz Simango “teve complicações quando alguns familiares da sua residência foram diagnosticados com o novo coronavírus”, mas a causa da morte deve ser determinada por fonte médica, sublinhou.

“Já na África do Sul, estava a mostrar bons sinais, mas acabámos perdendo o nosso grande líder, o fundador do MDM e presidente do conselho autárquico da Beira”, disse.

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