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CACQ - Termômetros oferecidos e engavetados pela CAQ

Termômetros oferecidos e engavetados pela CAQ

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Vinte e três (23) dias é o tempo que o Conselho Municipal de Quelimane precisou para capacitar funcionários em matéria de como usar o Termômetro. 

No âmbito da campanha de combate ao COVID-19 no país, a Associação Nacional dos Municípios de Moçambique (ANAMM) ofereceu no princípio do mês de julho cerca de setenta (70) termômetros aos municípios de Quelimane, Mocuba, Milange, Gurué, Maganja da Costa e Alto Molocué.

Entretanto, passam-se vinte e três (23) dias que não se fazem sentir o devido uso daqueles equipantos, como foi orientado na ocasião da entrega dos instrumentos pelo Presidente da Associaçao Nacional dos Municípios de Moçambique, Carlito Cossa.

Embora o principal objectivo da iniciativa fosse desde aquele momento “garantir a saúde, a segurança e bem comum da população das autarquias da Zambézia e de Moçambique no geral, face a pandemia que já vem dissipando vidas no país”, entretanto alguns municípios viraram as costas até ao momento, tendo arquivado os quites deixando a sorte do alheio os utentes e funcionários que se fazem a aquelas instituições autarquicas.

De acordo com o gabinete de COVID do Conselho Autarquico da Cidade de Quelimane, foram oferecidos ao município de Quelimane dez (10) termômetros que seriam distribuidos não só nas instalações sede do Conselho Municipal, mas também nos Postos Administrativos Urbanos num total de 5.

Segundo Abrão Macete, secretário executivo do gabinete de gestão da pandemia de COVID-19 do Conselho Municipal, os equipamentos disponibilizados pela ANAMM ainda encontram-se não operacionais devido a onda de actividades de formação e capacitação das pessoas selecionadas para trabalhar com os mesmos.

“O que estamos a fazer é formar estas pessoas que vão manusear aquele equipamento, porque é um equipamento clínico apesar de não estar a ser usado em meio hospitalar. Achamos pertinente dotar o pessoal de conhecimento clínico para que não sejam mal interprestados os resultados de temperatura detectados”, explicou Abrão Macete.

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O nosso entrevistado defendeu ainda a importância de explicar à equipa e aos munícipes em causa, que aquele equipamento serve somente para medir a temperatura corporal das pessoas e não para diagnosticar o Coronavírus, como tem se tido coeciência pela população.

“Se avalia a temperatura de um municipe e esta encontra-se abaixo de 36º o técnico deve saber explicar ao municipe o que isso significa e vice versa, se a temperatura corporal estiver acima de 36º não signifa que esteja infectada, a pessoa testada deve ser encaminhada delicadamente a outras fases de testagem para se apurar um resultado claro e preciso”, disse a fonte…

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