SNPM - Sindicato nacional dos professores de Moçambique abandonou os seus membros.

Sindicato nacional dos professores de Moçambique abandonou os seus membros.

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Não é de hoje que as reais funções desse sindicato são colocadas em causa e não é para menos. Muitas são as vezes ela fica inerte em assuntos que devia estar em movimento. Desde que a pandemia COVID-19 eclodiu em Moçambique, os professores vivem uma incerteza, não só pelas condições deficientes no que tange aos sanitários em muitas escolas do país, mas também pelo alto nível de exposição que os professores estarão por conta do retorno as aulas. Se os outros sectores que por conta do seu trabalho são vulneráveis a contaminação, terão um subsídio de risco, porque o mesmo não acontece no sector da educação? O que acontecerá ao professor que no exercício das suas funções contraia a COVID-19? Será que apenas a máscara salvará os professores? Por que é que o retorno á aulas não foi negociado com os professores? Quem salvará os professores?

Era suposto que as preocupações dos professores nessa altura incomodassem as lideranças do SNPM e não servir como sonífero. Porque esse silêncio? Por onde anda o SNPM?

O Estado moçambicano marcou o dia 27 de julho como o dia em que as salas de aulas vão se transformar em campos de experimentação, onde os professores e os estudantes da 12ª classe serão as cobaias.

Enquanto o SNPM adormece, e o retorno as aulas se torna prioridade para o Estado, a vida do professor se torna cada vez mais irrelevante.

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