FIPAG - FIPAG pontapeia decreto presidencial e nega água a 6500 munícipes de Quelimane

FIPAG pontapeia decreto presidencial e nega água a 6500 munícipes de Quelimane

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Após a promulgação do decreto que suspende a cobrança de multas e ordena a reposição das ligações de instituições e singulares que, por não terem pago as respectivas facturas de água viram o fornecimento do precioso liquido cancelado.

O FIPAG, área operacional de Quelimane mostra-se insubmisso ao decreto presidencial e as respectivas medidas anunciadas pelo Ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos du- rante o Estado de emergência. Esta medida, enquadra-se no pla- no de prevenção contra a pande- mia do novo coronavírus e isentam os moçambicanos do pagamento da factura de água, durante o Esta- do de emergência.

Em causa, estão as torneiras dos cinco mercados municipais de Quelimane, que a meses não jorram água potável e principalmente nesta época que as questões de higienienizacao e saneamento são indispensáveis.

O Jornal Txopela escalou os mercados, Chabeco, Aquima, Micajune, Santagua, mercado Floresta (Lixo) e alguns bairros da cidade de Quelimane, onde constatou ausências no fornecimento de água potável.

Com esta atitude repugnada no fornecimento de água potável e sendo que a lavagem das mãos é uma das principais acções de prevenção da COVID-19, abre-se espaço para propagação da pandemia e de possíveis casos nesta parcela do país. O Vereador de Mercados do Conselho Autárquico de Quelimane, Joel Amaral, disse estarem em curso negociações no sentido de restabelecer o fornecimento de água nos mercados em alusão.

“Nós temos vindo a monitorar se as pessoas obedecem ou não as medidas preventivas contra a COVID-19. Em algum momento temos dificuldades de água porque os furos de água estão corrompidos. O que fazemos, é comprar água e colocar nos baldes dos mercados”- realçou.

Para se inteirar no caso, o Jornal Txopela, contactou Fundo de Investimento e Património do Abastecimento de Água na cidade de Quelimane, na pessoa do Porta-voz daquela instituição sem sucesso ate ao fecho da nossa edição.

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