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A fidelidade canina ao jornalismo fiscalizador

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Três assaltos consecutivos ao edifício da Afro Media Company, onde hoje funciona a Rádio Chuabo FM, o Jornal Txopela e o recém-criado portal de conteúdos em vídeo, Zambezia 24 Horas. Foram suficientes para desestabilizar e amuar em parte o espirito dos seus profissionais. Furtos milimetricamente planificados com assinatura inegável de sabotagem, desde o sector técnico, a produção, redacção, o sector administrativo e a direcção. Após isso, dois processos judiciais com a marca de acossamento e tentativa de silenciar um dos mais incômodos grupos de comunicação privado que opera na região centro de Moçambique.

Valeram 6 meses fora de serviço da Rádio Chuabo FM e do Jornal Txopela, marcas do jornalismo fiscalizador que actua na região centro de Moçambique. Fomos vítimas do bom jornalismo que exercemos em nossa redacção, o exercício permanente de fiscalizar o poder e informar com objetividade sem amarras e rodeios.

É assim que deve ser, qualquer coisa distante disso pode ser confundida com outra coisa. O jornalismo está baseado em três princípios fundamentais: a verdade factual, exercício ríspido do espirito crítico e fiscalização diuturna do poder.

Desde cedo, os nossos leitores e ouvintes, exigiram dos nossos profissionais e dos nossos meios de comunicação, o dever de informar, não de julgar ou tecer loas. Regressamos com esse espirito rejuvenescido, inquebrável e mais maduro. A pausa forçada serviu para revermos a nossa linha editorial, refletirmos em torno das nossas conquistas e fracassos, para onde devemos direcionar os nossos microfones e câmeras.

Voltamos, vamos dando notícias. Esteja por ai!

Txopela, por um Jornalismo que fiscaliza o poder público e veicula notícias úteis e inspiradoras.

 

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