LIBERDADE & INDEPENDÊNCIA

Nhambarro, o Barrigudo e outros contos nas livrarias de Quelimane

em DESTAQUES/EDUCAÇÃO/SOCIEDADE por

O escritor, poeta e político Moçambicano, Helder dos Santos Félix Monteiro Muteia, percorreu na semana finda mais de 1500 km da capital do país com destino à Quelimane capital central da Zambézia, sua terra Natal, para lançar as suas recentes obras intituladas Nhambarro, o Barrigudo e outros contos.

As obras laçadas nesta quinta-feira (22) no Auditório da Universidade Licungo, delegação de Quelimane, oferecem uma visão desigual do mundo, segundo o autor. Na verdade, a obra o “Barrigudo” intitula o conto inaugural do novo livro do membro fundador da Charrua e diferenciado da obra Nhambarro, retrata a dor e o sofrimento, com desfechos trágicos em uma leitura leve e rápida.

Ao longo das três décadas de entrega à literatura, Hélder Muteia publicou quatro obras literárias. O livro reúne cerca de trinta títulos e o primeiro texto, “O barrigudo”, foi escrito em memória das vítimas do bombardeamento do Apartheid, na Matola.

No momento do seu discurso, além de agradecer aos companheiros e participantes do evento, Helder Muteia, como é vulgarmente conhecido, falou que as obras por ele lançadas são uma inspiração do quotidiano e por certas vezes de alguns feitos da sua vida e a de alguns conhecidos.

“Minha mulher sabe que não é fácil ser esposa de um escritor, as vezes durante uma refeição, abandono-a para ir salvar uma inspiração que não pode ser perdida e por vezes uso familiares, amigos e pessoas mais próximas para serem autores dos meus contos. Alguns chegam a zangar-se mas todas as mensagens transmitidas por mim nos meus textos, são mensagens de muito carinho”-disse Helder Muteia em entrevista ao Jornal Txopela e Rádio Chuabo.

Entretanto o Reitor da Universidade Licungo, Boaventura Aleixo, manifestou a sua satisfação dizendo que “é uma honra acolher este grande evento porque é uma forma de chamar os jovens e adolescentes para o mundo e o gosto da leitura. E convidar de igual modo a todos para a criação de espaços de publicação e leitura, para que o bom nome da Zambézia no mundo literário possa manifestar-se em toda a sua plenitude de modo que as gerações vindouras não percam o seu legado”.

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