LIBERDADE & INDEPENDÊNCIA

Passou o crocodilo e ficou a cauda: caso de Carneiro

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A assustadora e inesperada remoção do Carneiro invadiu todas as esferas analíticas desde Icidua à Manhiça, da Marginal à Muropue, o certo é que Carneiro é um grande Homem, consegue ser plural e singular ao mesmo tempo, trivialmente ele, de um lado é um arauto da quelimanidade (festas, carnaval, lazer, vidas largas, muzubias e outras coisas) fazem a sua personalidade, do outro lado ele consegue enviesamente ser um grande técnico -profissional. Pese embora, “o provérbio popular segundo o qual, morto o cão está morta à raiva, não se adapta aos homens”. Ele pode ser uma excepção, porque não é fácil jogar no Moçambola numa época e noutra ir para recreativo sem uma explicação plausível. Para ele uma terapia ocupacional pode ser recomendada.

No consciente colectivo dos machuabos largas perspectivas esperavam por ele, menos ir para Maganja da Costa, as pessoas esperavam chegar a vez dele de “COMER”. Enfim, ele foi lacrado na terra dos nharingas.

A lógica nos ensina que uma coisa não pode ser e não ser ao mesmo tempo e no mesmo sentido. O normal é uma coisa e o anormal é outra.

A questão que se segue é que as dinâmicas de mudança de quadros devem ser acompanhadas por uma estratégia de comunicação, porque foi movido e qual é o valor agregado da mudança? Enfim, cargo zimala ogaiuwa!

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