Corrupção no CAQ: Fornecedores são pagos mediante suborno à funcionários

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É uma práctica que remota há anos. Sempre com o olhar cúmplice de Manuel de Araújo, PCA de Quelimane. Mudam-se os vereadores, mas a corja que insistidamente sufoca as pequenas e medias empresas da Cidade de Quelimane e que prestam serviços diversos ao Conselho Autárquico de Quelimane continua inerte, gorda e altamente burocrática.

Empreitadas, empresas de fiscalização de obras, restaurantes, locais de acomodação, perfilam a longa lista das vítimas dos funcionários corruptos da Vereação de Administração e Finanças do Conselho Autárquico de Quelimane.

Elísio Alexandre, Vereador recém-nomeado, um quadro competente e com credenciais validas resgatado por Araújo no município de Gurué, onde dirigiu por um quinquénio as finanças daquela autarquia, deverá travar uma luta titânica para destruir o ninho de esquemas que a muito está instalado naquele sector e que tem pesado grandemente para a imagem e credibilidade do governo municipal frente aos empresários e agentes económicos da capital das bicicletas.

O esquema funciona da seguinte forma: Autorizado o processo de pagamento, passado e assinado o cheque, este é arquivado por meses nas gavetas senão anos sem que seja entregue ao proprietário, a alegação usada pela força mafiosa   é que não há cobertura. Uma mentira grotesca que visa debilitar psicologicamente o empresário e recorrer aos esquemas de suborno, objectivo final de alguns funcionários identificáveis da Administração e Finanças da Autarquia de Quelimane.

O Jornal Txopela buscou ouvir os empresários afectados e reuniu provas dos crimes, os nomes dos membros da quadrilha e seus modus operandi e publica na próxima edição numa série de Reportagens designada Corrupção no CAQ: Os subornos à vista de todos.

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