Cidadãos imploram celeridade na alocação da ajuda humanitária

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O calvário prevalece na cidade fantasma. Embora a vida tende a voltar a normalidade, com grande parte da infra-estrutura de telecomunicações reposta que facilita a comunicação com o resto do Pais e o Mundo, a instalação de um grupo de geradores que garante energia alternativa para uma parte da Beira. De fontes da EDM, há indicações da energia da Cahora Bassa estar a ser restabelecida gradualmente. Conquanto a falta de água potável, um liquido essencial para o consumo e higiene pessoal, continua a ser um dos principais problemas para a maioridade dos munícipes afectados pela devastação do furacão IDAI.
O Jornal Txopela apurou que os cidadãos tem recorrido a compra de água mineral para a confecção de alimentos, e por vezes higiene pessoal. Tal facto, coloca em xeque-mate as famílias desprovidas de condições financeiras cujo único alivio são as doações de organizações e do governo para suprir o défice.
Sem solução a vista do problema, os citadinos solicitam celeridade e transparência na alocação das ajudas humanitárias nacionais e internacionais.

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