“Governo continua a envidar esforços para acelerar electrificação do país” – Filipe Jacinto Nyusi

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O Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, disse, em Maputo, que o Governo continuará a envidar todos esforços com vista a acelerar a electrificação do país, de modo que todos os moçambicanos tenham acesso à energia eléctrica.

De acordo com o Chefe do Estado moçambicano, que falava na cerimónia de lançamento do Programa de Energia Para Todos, o Executivo entende que trata-se de uma das áreas nevrálgicas com efeito multiplicador da nossa economia.

“Intensificaremos a construção de linhas de transporte e distribuição de energia eléctrica do Rovuma ao Maputo e do Zumbo ao Índico”, sublinhou o Presidente Nyusi.

Para o Estadista moçambicano, o programa ora lançado é de nível nacional e do povo moçambicano. “Continuaremos igualmente firmes nos esforços visando manter o ambiente de paz, condição necessária para a circulação segura de bens em toda a extensão nacional, incluindo os trabalhadores do sector eléctrico, que palmilham cada canto de Moçambique para iluminar o nosso desenvolvimento que melhora a vida de todos, dando sentido a independência nacional”, frisou o Presidente da República.

Por outro lado, o Presidente Nyusi exortou o sector de energia no sentido de continuar a promover o uso produtivo e eficiente da energia eléctrica, permitindo que a empresa e os consumidores poupem e obtenham mais rendimento, e de modo a melhorarem as condições de vida dos demais compatriotas.

“Apelamos que cada um de nós, de forma criadora, promova actividades que permitam a maximização dos benefícios decorrentes da disponibilidade de energia em todos os lugares do nosso país. Criemos condições para pagarmos pelo nosso consumo de energia, porque assim contribuiremos para a continuidade e sustentabilidade do serviço prestado”, referiu.

Entretanto, o Presidente da República apela, igualmente, a participação de todos na prevenção e combate à vandalização das infra-estruturas e materiais eléctricos, acarretando avultados custos aos consumidores, à EDM e ao Estado.

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“Façamos da energia um instrumento de combate contra a pobreza”, rematou.