LIBERDADE & INDEPENDÊNCIA

Promessas de campanha da FRELIMO põem vendedores de Micajune em apuros

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Está  instalado um clima de crispação entre os vendedores do  mercado  Mangueira em Micajune e a proprietária do espaço onde o mesmo funciona.

A reportagem do semanário Txopela,  procurou saber junto dos  vendedores os  motivos que levaram a instalação do clima de desconforto entre as duas partes. Nesta ronda, um comerciante de  longa data que  tem realizado suas actividades comerciais naquele  mercado em disputa,  disse que o mercado  está na responsabilidade de uma senhora que responde pelo nome de Lídia, a proprietária do espaço, sendo que e as cobranças de receitas naquele mercado  eram feitas por um secretário do bairro e o  mesmo era responsável  por fazer chegar as receitas às mãos da proprietária.

Ussene Azevedo disse que, no entanto, em algumas vezes as receitas não chegavam a proprietária, obrigando-a a vedar o espaço, impedindo assim a realização das trocas  comerciais aos  utentes daquele espaço sito no quarto  bairro  da cidade de Quelimane.

A fim de apurar a veracidade dos factos, contactamos a proprietária do espaço que  actualmente encontra-se parcialmente destruído, pelo que afirmou que o mercado estava vedado para posterior venda e que há um mês que está sob tutela de uma  senhora que é membro do  comité do circulo daquele bairro do partido FRELIMO.

Ouvida a senhora, que a pedido dela não podemos avançar o nome, negou da responsabilidade que lhe e incumbida mas afirma que foi apenas uma intermediária do  conflito.

A fonte foi mais além dizendo que o espaço seria  pago pelo candidato da FRELIMO à presidência do Conselho Autárquico de Quelimane, Carlos Carneiro, caso  o mesmo vencesse as quintas eleições autárquicas de 10 de Outubro, tendo a mesma refutado a gravar entrevista, com medo de represálias.

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