LIBERDADE & INDEPENDÊNCIA

Manuel de Araújo resisti ao decreto do CM: “Vou continuar a dirigir”

em AUTÁRQUICAS 2018/POLITICA/SOCIEDADE por

Um ambiente de crispação está instalado na Autarquia de Quelimane, Manuel de Araújo recentemente cassado do cargo de presidente do Conselho Municipal de Quelimane por decreto do Conselho de Ministros recusa-se peremptoriamente à abandonar o posto por considerar o processo viciado de incongruências legais.

O MDM ao nível da Cidade de Quelimane reclama à gestão da instituição para o presidente da Assembleia Municipal de Quelimane, Domingos de Albuquerque quadro sénior da mesma formação politica. Listano Varela, delegado politico em Quelimane disse em entrevista aos órgãos de comunicação social que “Manuel de Araújo não é presidente do município” e exige que se retire do poder imediatamente.

Ivone Soares chefe da bancada da Renamo na Assembleia da Republica desafiava o Conselho de Ministros e demais órgãos a basearem-se na Constituição da República para decidir sobre o futuro de Manuel de Araújo como edil de Quelimane e cabeça de lista da Renamo em Quelimane. A RENAMO diz que vai resistir à decisão do governo que na sua interpretação propõe-se a prejudicar politicamente Manuel de Araújo para que não concorra como cabeça de lista pelo partido Renamo nas quintas eleições autárquicas a decorrerem no próximo dia 10 de Outubro de 2018.

É de resto uma situação que está a mexer com vários círculos de opinião ao nível do território nacional e no estrangeiro, os entendidos em matéria jurídico-legal fazem várias interpretações da lei usada pelo CM para cassar o mandato de Manuel, conquanto,o certo é que Manuel de Araújo e o seu partido garantem que não vão obedecer ao que consideram de ilegalidades e violação dos princípios estatuídos na constituição da República.

“Como cidadão comum, e não advogado, tenho plena convicção que nenhuma lei em Moçambique, incluindo a própria Constituição da República, se sobrepõe a vontade do Povo.Na Europa medieval diziam, a vontade do Povo é vontade de Deus, por isso, não há lei alguma que deve contrariar a vontade de Deus. É cansativo ver em cada telejornal machadada à vontade popular, e democracia no geral, por conta de certas “Leis” por eles manipuladas só para acomodar os seus interesses e dos seus filhos. A democracia é inclusiva e não exclui qualquer candidato. Espero que o Conselho Constitucional não se esqueça disso”. — Adverte Manuel de Araújo

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