LIBERDADE & INDEPENDÊNCIA

POLÍCIA COMUNITÁRIA: PRM distancia-se e promete mão dura contra os infractores

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A Policia da República de Moçambique na província da Zambézia, distancia-se das práticas nocivas a ordem e tranquilidade pública, protagonizadas pelos membros da polícia comunitária da cidade de Quelimane.

O posicionamento foi manifestado esta segunda-feira, pelo Porta-voz do Comando Provincial da PRM nesta circunscrição geográfica, em resposta a uma questão colocada pelos membros da comunicação social, a margem do balanço semanal daquela instituição, sobre a legitimidade dos membros da policia comunitária na cidade de Quelimane e os princípios da sua actuação, tendo em conta os últimos acontecimentos que relatam o uso excessivo da forca por parte daqueles cidadãos para, segundo as suas alegações, repor a ordem e tranquilidade publicas nas zonas periféricas da cidade de Quelimane.

Sidney Lonzo disse que a Policia está a aplicar variantes operativas para tentar controlar a onda de criminalidade que assolou a urbe nos últimos dias: “O que a policia está a fazer neste momento na cidade de Quelimane é a aplicação de variantes operativas com vista a reduzir o índice de criminalidade que assola a cidade, porem existem indivíduos de ma fé que se fazem passar por entidade comunitária de policiamento ameaçando as pessoas e subtraindo os bens destes cidadãos. Portanto, a policia já está no encalço destes indivíduos a fim de responsabiliza-los pelos seus crimes”. Disse Sidney Lonzo, para depois reiterar que a sua corporação não se responsabiliza pelo comportamento desviante que algum cidadão manifeste, alegando ser membro da policia comunitária.

Questionado sobre como um cidadão pode identificar se um certo grupo de indivíduos esta realmente a fazer o trabalho de policiamento comunitário, Sidney Lonzo disse que todos os grupos de policiamento comunitário tem uma orientação muito clara: “A orientação que a policia deu a eles é que, ao se cruzarem com alguém a circular fora das horas normais, devem de forma muito educada se apresentar como líderes comunitários, para além disso temos um documento que a policia passou para eles usarem como meio de identificação”.

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Quanto ao modus operandi, Lonzo frisou que não são permitidos a portar instrumentos contundentes, estando somente autorizados a portar os seus documentos de identificação: “No acto devem dizer: sou policia comunitário e eta é a minha identificação. Para onde vai? De onde vem e onde mora são as questões que estão autorizados a fazer aos cidadãos e nada mais. O reto de trabalho é da inteira responsabilidade de policia” – palavras de Sidney Lonzo.

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