Amor…

em CRÓNICA por

Por: Virgílio Dengua

Olá, tenho estado a pensar em ti quase todo sempre. Vivo olhando os teus traços e criando mais expectativas sobre o teu reconhecimento. Hoje acordei 08h03min, decidi, por mim, escrever-te a esta hora pois não existe um horário predefinido para debruçar a seu respeito. Mas não posso ignorar que o dia acordou excepcional para falar sobre ti. É hora de partir corações empedrados e trancados com cadeados de desilusões. É hora de tu e eu entrarmos em acção afim de provermos nos estados de vida.

Deixa-me falar de ti numa manhã como esta. Deixa abrir os poros dos meus pensamentos para libertar a inspiração divina afim de que esta mensagem seja recebida sem espinhas. Quero falar sobre as tuas qualidades e teus encantos, tal como testificam os 1 Coríntios 13:4-7 que “o amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta”.

Sobre o terraço deste mundo, olho as gaivotas voarem com paz e lentidão, sentindo o gosto da liberdade. Enquanto isso, o sol abraça-me enquanto festeja a sua vitória perante a escuridão — olho para os ventos saudar-me com sorrisos recheados de ânimo e coragem, bondade e afeto, carregando consigo o desânimo e a maldade e cobardia — trazendo o amor em brisa, sentimento bom para o coração e a vida.

Ah, como é lindo falar do amor assim de maneira profunda. Como verdejante falar deste sentimento mágico que só os puros sentem. Queria eu também poder ser sentido como eu mesmo sinto-te (estou de brincadeira…) — mas o importante é que hoje estamos deitados sobre os mesmo panos de cama com um só pensamento: falar de amor!

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Como pode alguém não sentir-te? Se os cegos, os aleijados, os loucos, os pobres de comida e os que não crêem na tua existência sentem-te?

Mesmo entre os animais e as árvores, o mar e terra, o sol e pescador podem sentir-te? Como pode alguém não sentir-te?

Verdade, o amor é uma armadura bondosa e inquebrável. Um reino construído em ouro sobre montes de diamantes onde, “nem muitas águas conseguem apagar o amor; os rios não conseguem levá-lo na correnteza. Se alguém oferecesse todas as riquezas da sua casa para adquirir o amor, seria totalmente desprezado”, Cânticos 8:7.

O amor é um sentimento puro e perfeito. Uma beldade construída atenciosamente com tamanha significances. É preciso conhecer Deus para amar lindamente porque “quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor”, assim diz o 1 João 4:8.

É bom espalhar sorrisos pelo mundo fora, quebrar barreiras impostas pelos males da vida para viver a felicidade e à felicidade. Hoje acordei recheado de amor. Acordei abraçado sob sussurros de palavras simples e curtas “eu ti amo”. Veio-me a mares e rios de bondade que até transborda em meus castanhos olhos-d’água, o amor convertido em lágrimas.

Mas, aquém devo exatamente amar? Respondeu Jesus: ” ‘Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento’. Este é o primeiro e maior mandamento. E o segundo é semelhante a ele: ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’. Mateus 22:37-39

Quebrem as pedras sobre o coração, “acima de tudo, porém, revistam-se do amor, que é o elo perfeito”, Colossenses 3:14.

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