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IMUNDÍCIE NO MERCADO CENTRAL DE QUELIMANE - Vendedores exigem acção urgente do Conselho Municipal

IMUNDÍCIE NO MERCADO CENTRAL DE QUELIMANE: Vendedores exigem acção urgente do Conselho Municipal

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IMUNDÍCIE NO MERCADO CENTRAL DE QUELIMANE -Vendedores exigem acção urgente do Conselho Municipal
IMUNDÍCIE NO MERCADO CENTRAL DE QUELIMANE
– Vendedores exigem acção urgente do Conselho Municipal

Os vendedores do mercado central da cidade de Quelimane, exigem a remoção imediata do lixo que se encontra acumulado ao lado das barracas destinadas a venda de refeições naquele local.

Dado o risco que a presença daquele montão de lixo representa aos utentes daquele espaço comercial, os comerciantes dizem estar a enfrentar uma redução do fluxo de clientes nos seus estabelecimentos comerciais, o que prejudica sobremaneira, a manutenção das suas rendas familiares.

Agda Paulo, uma jovem mãe que para além de garantir a alimentação e vestuários para os seus dois filhos, cuida do seu pai idoso e de três irmãos mais novos através do pequeno negocio de venda de comida no mercado central, diz ser a mais lesada com a situação, uma vez que a sua barraca fica justamente ao lado do montão de lixo em alusão. “O grande problema que enfrento no meu negocio tem a ver com este monte de lixo aqui ao lado da minha barraca. Com o cheiro nauseabundo que vem desse lixo, os clientes não entram na minha barraca e eu não os culpo, porque mesmo eu no lugar deles não comeria num lugar mal cheiroso como esse” – deplora.

O problema torna-se ainda mais lamentável quando todos os dias, aquelas senhoras são obrigadas a pagar taxas diárias ao Conselho Municipal que, segundo as suas palavras, pouco ou nada faz para reverter o cenário dramático.

Segundo Rabia Agi, uma das vendedoras afectadas pelo problema, a informação e do domínio das autoridades municipais que se limitam a prometer tomar alguma atitude contra o cenário “sempre que nos reunimos com os membros do Conselho Municipal temos apresentado essa preocupação mas limitam-se a prometer que vão tomar alguma atitude, mas até então n ada esta a acontecer. Estas quatro barracas vizinhas da lixeira já não tem clientes devido ao cheiro que vem de lá. Eu por exemplo sou viúva e tenho seis filhos, se não consigo alguma coisa aqui ninguém come em casa e não há condições para as crianças irem a escola” – desabafou a anciã visivelmente chorona.

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A verdade e que a presença daquele lixo representa realmente uma ameaça a saúde humana e a única saída passa necessariamente pela colocação de um contentor para depositar os resíduos sólidos, como forma de controlar o tratamento do lixo naquela área do mercado.

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