LIBERDADE & INDEPENDÊNCIA

Exploração infantil em Lichinga

Exploração infantil em Lichinga : Petizes exigem respeito pelos seus direitos

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A Organização dos Continuadores de Moçambique da província de Niassa, norte do Pais mostra-se preocupada pelo elevado índice de violência domestica contra crianças de 10 à 15 nos de idade. A OCM explica que os pais e encarregados de educação não respeitam a Constituição da República que protege os Direitos da Criança.

Defendem ainda que apesar do governo envidar esforços para proporcionar o bem-estar desta faixa etária, continua-se a registar consequências graves que põem em causa o desenvolvimento da sociedade moçambicana, bem como o futuro do País ao destacar situações como casamentos prematuros, abuso sexual, trabalho infantil, tráfico de menores e entre outras violências que afectam negativamente o crescimento saudável das crianças.

A preocupação foi manifestada em Lichinga durante um encontro em saudação do Governador de Niassa, Arlindo Chilundo por ocasião das celebrações do mês da criança.

Clotide Mucavele e Nilan Manuel membros daquela agremiação afirmaram que não é aceitável que haja exploração de menores no País, sublinharam que o número de crianças envolvidas no trabalho infantil na cidade de Lichinga é assustador ” muitas crianças são submedidas no processo de geração de renda como vendedores da rua tornando-se chefes de família, outras ficam vulneráveis à violência e suscetíveis a trabalhos ilegais e ilícitos, assim como roubo, tráfico de drogas e prostituição infantil, o facto que pode contribuir em comportamentos negativos. Exigimos os Pais e encarregados de educação para respeitem os direitos das crianças, eles simplesmente querem inferiorizar pelo facto de ser menor de idade para ter medo e isso não é bom porque a crianças não crescem bem por outro lado isso é crime porque violam a lei que protege a criança” advogam.

Leia:  “Futuro de Moçambique está na cadeia” —Dom Hilário da Cruz Massinga, Bispo de Quelimane •

Os nossos entrevistados instam ao governo para continuar a sensibilizar os pais e encarregados de educação para que os direitos da criança sejam salvaguardadas para garantir o crescimento das flores que nunca murcham bem como o futuro da Nação.

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