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Japão doa material de emergência às vítimas das calamidades naturais em Moçambique

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O Governo do Japão concedeu, um donativo avaliado em cerca de 150 mil dólares norte-americanos (aproximadamente a 9 milhões de Meticais) em apoio às vítimas das calamidades naturais que assolam o país, desde Outubro do ano passado, com principal incidência no norte do país.

Constituído por 750 esteiras e igual número de mantas, purificadores de água, para além de tendas, o donativo irá beneficiar a cerca de 250 famílias afectadas pela depressão tropical um pouco por todo o país.

Após a assinatura do termo de entrega do donativo, o Embaixador nipónico em Moçambique, Toshio Ikeda, anunciou que o presente apoio vem atender à solicitação do Governo moçambicano no que a ajuda as vítimas diz respeito. “O governo do Japão através da JICA decidiu conceder a assistência humanitária de carácter de emergência de modo a doar os materiais de apoio para as vítimas e desalojados”, sublinhou o embaixador do Japão.

Por seu turno, o Director-Geral do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades, João Osvaldo Moisés Machatine, agradeceu a oferta do governo japonês e garantiu que o mesmo será devidamente alocado às comunidades que dela carecem.

Machatine recordou que com o presente apoio, o povo do Japão domonstra, mais uma vez, a sua sensibilidade pelo sofrimento dos moçambicanos que ciclicamente sofrem dos desastres naturais. Disse igualmente que em Janeiro do presente ano, quando o norte do país ficou seriamente afectado pelas chuvas e descargas atmosféricas, o Governo apelou ao Japão para às vítimas apoiar no que pudesse.

Refira-se que até ao momento, um total de 14.400 casas ficaram parcialmente destruídas em resultado das calamidades naturais e outras 7.300 foram totalmente destruídas. As chuvas foram ainda responsáveis pela destruição total de 200 salas de aulas e 17 unidades sanitárias.

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Do balanço do INGC consta ainda a perda de cerca de 9 mil hectares de áreas agrícolas, situação que afecta negativamente a pouco mais de 19 mil agricultores.

Contudo, o Director-geral do INGC garante que todas as acções atinentes à melhoria da vida dos afectados estão activadas.

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