DEMAGOGIA DA RELIGIÃO: Um condimento ao ecumenismo religioso!

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Por: Benone Mateus

Com a proliferação de igrejas e crentes no mundo esperava-se, que a sociedade pudesse viver um ambiente são e harmonioso e que ficaria para os manuais de história, a luta entre os crentes e respectivos pares. Nos dias correntes, que a religião ou crentes de diversas seitas, vivem momentos conturbados devido a dúvida que se tem, de quem realmente vive o cristianismo na sua essência vocacional. Muitos ainda experimentam a demagogia, conforme, “defende o cristianismo”, mas vivem uma autêntica vida onde a lascívia e outros prazeres carnais, se espiritualizam. Mas nos plenos dias de culto, os vemos como primeiros atiçar, aos ditos perdidos. A religião na actualidade, tem vindo a crescer, ao invés de crescer em número e espiritualidade, vemos crescendo em número, porque se cresce-se também espiritualmente, veríamos no mundo (os crentes), vivendo da verdade bíblica que tanto avançam nos cultos.

Paralelamente, por ter-se enraizado em cobrança de indulgências, esqueceu-se da sua verdadeira missão que é o amor ao próximo, ou seja, o amor ocupou o lugar do dinheiro, mesmo na arena dos altares, pregando mais ao humanismo que infelizmente, aproveitam-se da bondade, fragilidade e espirito dogmático injetado nos crentes em não questionar o porque daquele acontecimento ou da acção dos pares. Entretanto, se haver um fazendo isso, considerar-se-á, um ateu, insano ou não convertido. Onde pode perceber-se que, a dose da injeção de hipnose ainda não sortiu efeito. Se ainda prevalecer, a inoperância da hipnose, corre o risco do crente ou membro ser afastado ou descomungado porque, mostra-se resistente por alegadas (ir)regularidades enraizadas por muitos demagogos para saciar a fome económica e fins insanos que tanto defendem.

Envés das igrejas estarem mais preocupadas com o crescimento espiritual dos crentes e levar mais almas a cristo, estão preocupadíssimas em questionar-se porque as receitas não crescem? E não se questionam o status social e económico das massas que dirigem. Seria comumente sano, as seitas religiosas, á preocupação primordial, fosse em porque a marginalidade, as doenças transmissíveis, as guerras, discriminação racial, criminalidade entre outros aspectos que o mundo esta viver de negativo, está cada vez mais a triplicar e o que a igreja esta fazer de concreto para por fim a estes actos e moldar os seus associados.

De resposta nada pode se verificar, portanto, justificam-se e apegam-se no livro da verdade, que o ….amor de muitos esfriará (Mateus 24:12). Assim, pela dose de hipnose injectada, muitos concordam e continuam a viver a vida. Acredita-se e é bíblico, se tivéssemos no mundo mais de uma dezena de justos, seria suficiente de vermos minimizados assuntos que se acham demagógicas nas sociedades actuais. E mais, ver-se-á reduzida a iniquidade que vivemos nos nossos dias. Pode ser difícil, mas não impossível. Ora, se as palavras que tanto pregam, os proclamadores e os destinatários acatassem, estaríamos a coabitar numa confraria regrada e cumpridora do chamado. Se a hipocrisia e insensatez prevalecer, estaremos construindo um Castelo sob um alicerce da área movediça.

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Resultando em mais denominações religiosas e mais crentes frívolos no espirito, que pode perceber-se e refletir-se-á, em “materialismo religioso”. A maioria dos crentes, preocupar-se-ão, em ir a igreja para o seu crescimento ou posicionamento social e económico, se esquecendo do pilar primordial que é viver no espirito. Aliás, o seu caracter será enraizado no materialismo e não no fruto do espirito (mansidade, bondade, amor…) entre outros aspectos referentes e imbuídas na verdadeira vida que a lei divina recomenda quando muitos sentem ou experimentam esta com o omnipotente.

A demagogia de muitos, tem retardado indivíduos que acreditam na existência de um Deus. Achando, a maioria que está na religião seriam homens legalistas nos seus ditos ou sua retórica. Com esta acção do incumprimento dos presbíteros religiosos e seu staff (elenco), vê-se desmoralizado e inibido de frequentar qualquer igreja, salão ou mesquita, por culpa de muitos dirigentes e membros da congregação. Porque apegam-se a hipótese dedutiva, se aqueles que são pioneiros e homens ditos de Deus fazem isso, que tal aos novatos, adeptos e apaixonados da religião que vive uma vida de concupiscência e orgias será que poderão ser aceites? Assim, “frivolizando-se”, por culpa da insensatez de vários e alguns incumpridores das leis, optando em continuar inundados na “lasciviedade” e apartados das leis condutoras da religião.

No âmbito dos feitos demagógicos no mundo e na sociedade em particular, provavelmente ver-se-á, uma luta serrada de políticos e governantes no mundo todo, fartos da hipocrisia e intolerância religiosa de muitos países do planeta, que estão e por viver, poderá vir ser um trampolim, aos homens que velam pela segurança das nações e de povos. Contribuído assim, numa manifestação mundial, culminando na angariação de apologistas ao movimento de um batismo de todos e contra todos os crentes ao movimento internacional de convivência pacifica e harmoniosa entre as nações.

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Como isso pode acontecer? Quem será o mentor? E qual será a justificação dos defensores dessa teoria? Há probabilidades, como vemos durante o principiar deste artigo, tudo começará, dessa demagogia religiosa, dos infiltrados que pregam algo e que não vivem. Fazendo lembrar da velha máxima “ façam o que eu digo e não do que faço”. Através desta e de outras atrocidades como criminalidade, guerras e conflitos inter-religiosos, oriundos da demagogia religiosa, poderá ser uma justificativa convincente aos governos e os ditos, defensores da lei, em aceitar e participar ou apoiar o movimento da reforma contemporânea, provavelmente, esta agremiação em pouquíssimo tempo terá vários adeptos. Porque se ver, o extermínio a cada dia esta crescer, é só pegar no controle remote e ligar a TV, radio ou ler o jornal que notícias drásticas e infames são brindados aos telespectadores, ouvintes e leitores.

Então como está claro, cabe a muitos, a uma reflexão profunda, submissão e lavagem cerebral concisa e racional, com vista a viver uma verdadeira vida que tanto o apostolado recomenda, com vista a salvaguardar o bom nome da religião que nos últimos anos tem sido motivo de vários debates e nomes pejorativos, a varias denominações, por exercício de actos que não vão de acordo com o livro da verdade. Porque o livro enquanto, proíbe, muitos são os que defendem a execução da proibição. Contudo, se os religiosos estarem movidos de compaixão, empatia e uma vida de entrega nas verdades eclesiásticas, poderão salvar ou prevenir e adiar um ecumenismo radical no mundo inteiro.

Um forte abraço

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