MAIS DE 4 DÉCADAS APÓS A INDEPENDÊNCIA: Metade da população não tem acesso a água potável na Zambézia

/

DSC 0001 300x201 - MAIS DE 4 DÉCADAS APÓS A INDEPENDÊNCIA:  Metade da população não tem acesso a água potável na ZambéziaQuelimane (Txopela) – A província da Zambézia, centro de Moçambique, a segunda mais populosa do país depois de Nampula, possui uma cobertura de água na ordem dos 49,5%, uma percentagem que se mostra a quem das necessidades, do ponto de vista de provimento do precioso líquido, ou seja, mais que a metade da população não tem acesso a água segura.

Ainda assim, a província da Zambézia é tida como uma das mais privilegiadas, tendo em conta que a densidade populacional é maior e cerca de 80% da população vive em zonas rurais.

A informação foi dada a conhecer por Graciano Artur, director provincial da Obras Publicas, Habitação e Recursos Hídricos da Zambézia, em entrevista exclusiva ao Jornal Txopela.

De acordo com a fonte o dado acima mencionado, é resultado dos esforços que o sector, de forma particular e o governo no geral tem estado a fazer ao longo dos anos com vista a prover água que é definido no plano do governo como sendo um serviço básico, portanto, prioritário.

Anualmente têm sido construídas cerca de 500 fontes de água no mínimo, e, olhando para o rácio de cobertura, significa que anualmente são cobertos de forma adicional cerca de 150 mil habitantes, explica a fonte.

Ao nível global, a província conta com um total de 6.720 fontes de água, e que algumas dessas estão avariadas e essas avarias estão relacionadas com a componente sustentabilidade, tendo em conta que após suas construções são contratadas empresas para que trabalhem com as comunidades para que estas assumam as fontes de água como seu património e que na verdade são.

De acordo com a fonte, Moçambique assumiu que até 2030 deve alcançar o acesso universal à água, isto é, toda população do Rovuma ao Maputo e do Zumbo ao Indico, deve ter no mínimo água potável para o consumo e nesse sentido, está a se privilegiado componentes tecnológicas e de acordo com a possibilidade e densidade populacional de um determinado lugar, construir pequenos sistemas de abastecimento.

Conteúdo completo, exclusivo para assinantes

 

Default thumbnail
Notícia Anterior

“Futuro de Moçambique está na cadeia” —Dom Hilário da Cruz Massinga, Bispo de Quelimane •

Default thumbnail
Próxima Notícia

Governo de Razak e Araújo reunidos a porta fechadas

Recente deDESTAQUES

Translate »
WhatsApp chat