Presidente da República recebe seu homólogo do Zimbabwe

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O Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, recebeu o seu homólogo do Zimbabwe, Emmerson Mnangagwa, que efectuou uma visita de um dia ao nosso país, no âmbito do reforço das relações de cooperação e amizade existente entre os dois países e povos.

Durante a recepção, o Chefe do Estado reafirmou a disponibilidade de Moçambique para trabalhar com o Zimbabwe, visando transformar o manancial de recursos e capacidades em acção transformativa para o crescimento sustentável dos dois países e povos.

A renovação do compromisso constitui o saldo das conversações havidas entre os dois Chefes de Estado, no quadro da primeira visita de trabalho que o Presidente do Zimbabwe, está a efectuar ao país, inserida no périplo pelos países do bloco regional, desde a sua investidura a 24 de Novembro de 2017.

Segundo o Presidente Nyusi, a escolha de Moçambique como um dos países honrado com as primeiras deslocações do Presidente zimbabweano, atesta a importância das relações político-diplomáticas entre os dois países, que se fundam no passado, percurso comum e ideal de progresso e o bem-estar dos dois povos.

“Moçambique continua a ser um parceiro e uma aposta segura e viável para o desenvolvimento sócio-económico do Zimbabwe”, defendeu o Presidente da República, Filipe Nyusi, perante o seu homólogo zimbabweano.

“Como parceiro de relevo, nessa empreitada encorajamos o sector privado dos dois países a ser mais proactivo na exploração das potencialidades e oportunidades de negócios, contribuindo para um crescimento efectivo e sustentável das nossas economias”, afirmou o estadista moçambicano.

Por sua vez, o estadista zimbabweano, Emmerson Mnangagwa, concordando com o estadista moçambicano, afirmou que os dois países têm de desenvolver as suas relações económicas e comerciais entre eles, primeiro, antes de olharem para lá da região.

“Eu e o Presidente Nyusi enfatizamos que não tencionamos fracassar devido a decisões tomadas pelos ministros e que não são cumpridas. Estamos a dizer que isso faz parte da filosofia do passado. O presente deve exigir prestação de contas, cumprir as decisões tomadas e mostrar resultados aos nossos povos”, disse

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