LIBERDADE & INDEPENDÊNCIA

Abel Chivukuvuku encoraja o MDM

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O líder da Convergência Ampla de Salvação em Angola (CASA-CE), Abel Apalanca Chivukuvuku, participa no II Congresso do Movimento Democrático de Moçambique, encorajando o segundo maior partido da oposição a ser cada vez mais justo e democrático com visão do bem-estar do povo moçambicano.

Durante a realização do II Congresso do MDM, Abel Apalanca Chivukuvuku disse ser inaceitável que em pleno Sec. XXI, o continente africano continue a ser o mais atrasado do mundo, quando a menos de 50 anos, alguns territórios de africa tinham o nível de desenvolvimento comparáveis a vários países da Asia e Europa.

Chivukuvuku sublinhou a inaceitabilidade do característico cenário de pobreza que em pleno Sec. XXI é dominante nas sociedades africanas, agravado pela corrupção, má governação e insensibilidade para com o sofrimento do povo.

“A vida ensina que a qualidade dos processos políticos, económicos, sociais e culturais de cada sociedade ou de cada país, é directamente proporcional a qualidade e profundidade da participação dos cidadãos nesses processos” disse Chivukuvuku ao entender que o MDM, tanto quanto os partidos democráticos, deve ter a noção de que os desafios são enormes mas ao mesmo tempo há necessidade extrema de fazer face aos desafios impostos pelos regimes que “imperam” os países africanos.

“Conhecemos os comportamentos, as atitudes, as práticas e as manhas dos regimes internos que imperam nos nossos países, que se consideram donos dos países e também donos de vidas dos cidadãos por terem sido parte relevante das lutas de libertação nacional” – disse o líder da CASA-CE.

Para Chivukuvuku, o povo africano, em particular o moçambicano, não constitui instrumento a ser usado pelos líderes ou pelos partidos políticos e os líderes dos regimes que imperam os países da africa devem ser enfrentados pelos líderes dos partidos democráticos em defesa dos povos. Dai que, o MDM deve dar continuidade ao processo de democratização e ao processo que vai culminar com a eleição de governadores provinciais, envidando esforços para melhorar as condições de vida das pessoas em outras autarquias do território moçambicano, além dos municípios da Beira, Quelimane, Gurué e Nampula.

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“Não são nossos povos e não são povos dos partidos, são apenas municipes iguais a nós” – disse Abel Chivukuvuku.

Noutro desenvolvimento, Abel Chivukuvuku instou os congressistas a honrar o bom nome da consciência e da memória, do patriota, o moçambicano Uria Simango.

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